[BONS FLUIDOS] Rinite X sinusite X homeopatia

É raro hoje em dia encontrar alguém que não tenha em sua bolsa, isso quando não se encontra também dentro do porta-luvas, encima da geladeira, ao lado da cama, em cada canto da casa, um frasco de descongestionante nasal, ainda mais nessa época com constante mudança de temperatura, na qual acordamos num calor senegalês e dormimos cantando “Let it Go” da Frozen…

Indicado principalmente em casos de obstrução nasal aguda, que pode acontecer por causa de resfriado ou de uma crise alérgica — embora quem tenha obstrução nasal por desvio de septo ou poluição também faça uso, mesmo não sendo indicado — o descongestionante nasal simula o efeito da adrenalina no corpo, desobstruindo as vias orais e dando uma sensação de bem-estar instantânea. Mas, óbvio, criaturas, que isso tem um preço!

Os descongestionantes tópicos nasais mais comercializados à base de epinefrina, nafazolina e oximetazolina devem ser usados por, no máximo, cinco dias consecutivos, e de oito em oito horas. O problema é que a criatura que está congestionada faz uso direto e isso pode levar à rápida diminuição do efeito de um fármaco, edema rebote na mucosa nasal e rinite medicamentosa, sem falar que a musculatura nasal começa a não funcionar mais como deveria, fazendo com que o indivíduo precise usar, cada vez mais, para manter o conforto nasal, aquele perigoso efeito cascata!

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